terça-feira, 27 de junho de 2017

Iei!


Foto de As Minhas Pequenas Coisas.

É a minha opinião e vale o que vale... Não experimentei outras marcas, admito-o. 

Comprei biberão e tetina Chicco Natural Feeling para 0 meses e o Rafael adorou. Não estranhou. Mal meteu o biberão à boca, mamou tudo o que tinha (não era muito, 50 ml) até acabar. 

Medela Swing comprovada e aprovada. Biberão Chicco mais do que aprovado, até porque tem forma ergonómica e a tetina é anti-cólicas. 

Excitação do dia!


Receber em casa a minha encomenda da Medela Swing. Agora é rezar a todos os santos e santinhos para a conseguir usar... Esperando que me traga uma maior liberdade de movimentos. 

Quero poder passear sem pensar nas horas de mamar - e não me apetece dar de mamar em qualquer lado.

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domingo, 25 de junho de 2017

Deixando uma imagem falar...


Um amor partilhado é sempre um melhor amor. 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Indignações


Fico verdadeiramente incomodada e mal-disposta por saber que há gente que se está a aproveitar desta tragédia dos incêndios no centro do país para fazer burlas. Já se falou em roubos em casas que foram evacuadas. Em burlas nas contas solidárias (divulgam falsas contas). Até em falsos pedidos de donativos, usando e abusando do bom nome de instituições verdadeiramente solidárias.

Que gentalha será esta? Meu Deus. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Do Amor

Foto de Sónia Silva Sá.

Não há como falhar. Filho nosso vai certamente amar tanto os animais como os pais amam. Cá por casa tem sido uma experiência fantástica: o cão maluco é muito preocupado com o bebé e sabe perfeitamente que o menino é frágil... sobe devagar para a cama, cheira com cuidado, dá pequenas lambidelas. As gatas andam mais desligadas, mas todos aceitaram o bebé na perfeição.

Adivinha-se que, em breve, estes vão ser os melhores amigos.


terça-feira, 20 de junho de 2017

Enfim!


Eu digo-vos uma coisa... Passaram a tarde a dizer que tinha caído um avião de combate ao grande incêndio. Em todas as televisões.

Sabiam que era um Canadair. Sabiam que era um avião espanhol. Sabiam que o piloto era inglês. Que tinha morrido.

Horas depois, upppssss, afinal tinha sido uma botija de gás a rebentar. Parece que não caiu avião nenhum.

Já não basta a tragédia, ainda se causa alarmismo extra com notícias que não são confirmadas...

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Insta last days

Combatendo a tristeza das últimas notícias, algumas imagens dos melhores dias desta nova vida. 

Mantinha feita pela avó materna.

Primeiros passeios a quatro... e um cão que estraga fotografias!

O guardião.

Ursinho.

Coisas de irmãos.

Regresso a casa e aos passeios demorados.

Mr. Hot Legs... 

domingo, 18 de junho de 2017

Da dor

Foto de As Minhas Pequenas Coisas.

Tenho 28 anos e só me recordo da queda da ponte de Entre-os-Rios (59 mortos) e das cheias na Madeira (43 mortos) no que toca a dramas desta dimensão. 

Uma pessoa nem acredita em tamanha dor. Não há palavras para tamanha tragédia. 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O parto! #2


Quando entrei na sala de partos, continuava calma, apesar das dores imensas. Tudo me pareceu uma experiência meio irreal, como se fosse um filme. 

Felizmente, chamaram logo a anestesista, ao verem as minhas dores intensas. A profissional foi cinco estrelas, explicou-me tudo, com muita calma, sempre tranquila. Primeiro o frio da desinfectar a zona, depois a pica, depois ficar "muito quieta, mesmo que venha uma contracção" para inserir o catéter da epidural, depois uma pressão para ajustar o mesmo ao meu corpo. Custou-me, não vou mentir. Não foi dor, mas sim um nervosismo imenso por me estarem a mexer na coluna e não me poder mexer ao longo do processo (que é curto, mas naquela altura parece longo).

A partir daí, oh minhas amigas... Não há comparação possível. Tive mais 8 horas pela frente, mas sem dor. Claro que se sentem as contracções, mas não é propriamente dor. Quando comecei a sentir dor, aumentaram-me a dose. Nesse aspecto, o Hospital de Viana foi impecável - epidural do princípio ao fim, sem stresses. Profissionais sempre atentos e amigos.

Tivemos de esperar mais de cinco horas até a dilatação estar quase feita. O mais-que-tudo ainda teve algumas dúvidas de que aguentaria toda aquela pressão, mas acabou por se portar da melhor forma possível. Optei por me abstrair do mundo, não falei com ninguém, nem olhei para o telemóvel. Fiquei só ali com o meu companheiro - bom, a minha mãe conseguiu vir visitar-me cinco minutinhos e acho que estava mais nervosa do que eu. Claro que ao ver o nervosismo dela também comecei a choramingar, mas logo consegui voltar ao meu estado "zen".

Pelas 16 horas deram-me indicação para começar a "puxar". E eu puxei. "Sócio, estou concentradíssimo", como diria o Paulo Futre. Meti na cabeça que tinha de fazer aquilo para ter o meu bebé e entrei em piloto automático. De cada vez que começava a sentir uma contracção, avisava o mais-que-tudo, ele olhava para o monitor (que controlava tensão e batimentos cardíacos) e ele lá me incentivava a aguentar "mais uns segundos". Ainda lhe dei um ou dois gritos quando me disse que não estava a esforçar-me ao máximo, mas fui uma grávida praticamente muda. Nem um "ai" saiu da minha boca.

A última hora foi qualquer coisa de surreal. O médico que me fez o parto é um verdadeiro anjo. Jovem, sorridente, uma simpatia. Estava atarefado (julgo que nasceram seis bebés naquele dia) e a fazer dois partos ao mesmo tempo - o meu e o de outra senhora -, mas sempre divertido e compenetrado. A enfermeira Paula foi uma querida, a passar-me compressas de água fria na testa, a tocar-me o rosto, a fazer-me leves massagens nas pernas. Uma santa. A doutora Joana e uma outra enfermeira cujo nome não consegui decorar completavam o ramalhete. Eu e mais quatro, todos na mesma luta.

Tudo parecia estar a correr bem, até que perceberam que quanto mais eu puxava, mais o bebé regredia. Quando mais eu fazia força para ele sair, mais o bebé subia na minha barriga. Não estava a funcionar. Eu já estava esgotada, o médico já não queria adiar mais (a bolsa de águas já rebentara pelo menos 10 horas antes) e teve de executar a manobra de Kristeller. Ainda bem que assim foi, caso contrário ainda podia estar na sala de partos a esta hora.

O mais-que-tudo diz que a última hora parecia um filme de terror - e eu confirmo. A minha cama elevada, o médico em cima de um escadote, com o braço em cima da minha barriga, a fazer uma força descomunal (mas eu não sentia dor e não fiquei pisada ou magoada, ele sabia  o que fazia...) e a pedir para eu puxar. E eu puxei, puxei, puxei. Depois ainda ponderaram usar outros métodos, mas sinceramente nem consegui perceber se o fizeram ou não. Só sei que, com a ajuda do médico, finalmente comecei a sentir que o parto estava a avançar. Já não sentia que fazia força em vão.

De repente, em mais uma puxadela, o bebé saiu. Pufff, assim Simplesmente saiu. "Parabéns, mamã. Parabéns". Toda a equipa a felicitar-me, contentes, o mais-que-tudo radiante e a espreitar para ver o bebé. Eu já nem via nada. Eu não queria saber de nada. Chorei e chorei, durante longos minutos. Chorei e solucei de alívio. Tinha conseguido.

terça-feira, 13 de junho de 2017

O parto! #1


Tenho de confessar: sinto uma orgulho enorme pela forma como conduzi o trabalho de parto. Sinto mesmo. A calma com que abordei a gravidez foi a mesma calma que senti ao longo de todo o trabalho de parto (com a devida excepção para a altura da epidural).

Como escrevi diversas vezes, vivi uma gravidez calma, tranquila, sem stresses, sem problemas de maior. Uns ligeiros incómodos, umas dores de ossos, alguns dias de cansaço mais intenso, insónias, mas nada que me incomodasse particularmente.

O Rafael estava previsto para 19 de Junho, segundo as contas iniciais. Ou 16 de Junho, segundo a médica do particular. Nasceu a 30 de Maio, três semanas antes, de forma absolutamente espontânea e imprevisível.

Faltavam poucos minutos para as 5 da madrugada quando acordei com uma dor muito forte, intensa, que durou cerca de um minuto. Como se fosse uma cólica aguda. Chegou e veio, por isso não dei importância e voltei a adormecer. Passados cerca de vinte minutos, nova dor. Foi aqui que assumi que podiam ser contracções. A segunda dor já foi mais ligeira e de duração mais curta, voltei a tentar dormir. Quando senti a terceira dor, passados poucos minutos, é que resolvi levantar-me, ir até ao quarto-de-banho, lavar o rosto e tentar entrar em modo "sobrevivência".

Fui à cozinha, arrumei a louça que tinha no escorredor. Arrumei umas coisas na sala e resolvi acordar o mais-que-tudo. "Amor, quero que tenhas calma, provavelmente não é nada, mas já senti três dores fores, acho que são contracções. Quero estar acordada para ver se voltam e se são regulares". Claro que ele não ficou calmo, mas portou-se muito bem. Foi um santo.

Mandei o rapaz levar o cão à rua. Fui recolher uma roupa que tinha a secar na varanda. Tomei um banho, tentei relaxar, enquanto sentia contracções - regulares, mas não propriamente dolorosas.

Disse ao meu rapaz para meter as malas no carro, mas estava convencida de que seria falso alarme e apenas contracções preparatórias.

Perto das 6h30 da manhã arrancamos para o hospital. Esperei na triagem, fui vista, enviaram-me para obstetrícia. CTG feito, contracções registadas. "E então o que a traz por cá?", perguntou-me o Dr. Márcio. Disse que sentia contracções de cinco em cinco minutos, mas ele garantiu que "o CTG não mostra isso", apesar de assumir contracções. Bom, estarei maluca?

Quando me foi analisar, upssss, afinal já tinha rompido a bolsa de águas. Nem dei por ela. Não senti nada, não tive qualquer corrimento - ou não reparei, visto que ia ao quarto-de-banho de hora a hora... 

"Você já não sai daqui, é para ficar internada". Gelei. Ainda por cima estava separada por uma cortina do meu homem, nem o podia ver. "Ainda está muito no início, mentalize-se para demorar muito tempo. Talvez só amanhã". Meu Deus, eram cerca das 8 da manhã e o médico a dizer-me que talvez só nascesse no dia seguinte... Confesso que fiquei aflita, estava a contar com um parto de sonho, de meia dúzia de horas e uma dúzia de "puxadelas".

A partir daqui entramos em modo "piloto automático". Pedi ao mais-que-tudo para avisar a minha mãe e pedi para ela informar a minha irmã e a minha tia. Informei colegas de trabalho e amigas mais próximas por mensagem escrita. O homem foi ao carro buscar as malas. Eu segui com uma enfermeira que registou os meus dados, que me colocou diversas questões, que me falou da amamentação, da epidural, de tudo o que foi mais relevante para o antes e o pós parto.

Foi mais ou menos por esta altura (e depois do toque do médico) que as dores passaram de toleráveis a agonizantes. Eu levanta-me, eu baixava-me, eu inclinava-me, eu sentava-me, eu já não tinha posição e as contracções teimavam em ser de cinco em cinco minutos.

Perto das 9 horas, enviaram-me para um quarto, que funcionaria como o meu bloco de partos. Foi aí que tudo aconteceu...


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Confirma-se!


Para os pais, os seus filhos são sempre os mais bonitos do mundo.

O meu é um lindão. OK que eu posso estar a ser tendenciosa, mas acredito piamente (e eu não sou lamechas...) que o meu bebé nasceu lindo de morrer, depois de mais de 11 horas de trabalho de parto e de umas manobras meio complicadas porque ele insistia em não querer nascer - santa e maravilhosa equipa que me acompanhou, só tenho a agradecer, pois transformaram um momento potencialmente traumatizante numa experiência calma e feliz.

Com o passar dos dias, só o vejo mais e mais bonito. É meu e basta.

sábado, 10 de junho de 2017

Termostato avariado


Aqui por casa, mais-que-tudo é um calorento, que dorme sempre em boxers e tshirt, que "destrói" a cama durante a noite numa tentativa frustrada de se destapar todo.

Já eu... bom... eu devo ter o termostato avariado. Mudei ontem os lençóis, mas voltei a colocar cobertor e edredon na cama... E ainda me tapei com a minha nova manta colorida, mega quentinha, feita pela senhora minha mãe.


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Evangelização


3.500 quilos de gente já vestido a rigor. Sim, já aumentou 180 gramas desde que nasceu e o pai tratou logo de o enfiar no body boavisteiro - que é para três meses.

Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Facto


Ter animais é a garantia suprema de que nunca vais fazer uma refeição sozinha. Comas o que comeres, vais ter sempre um ou mais pares de olhos em cima de ti, a seguirem todos os teus movimentos.

Creepy.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Humpf!


É tudo muito lindo, mas quando as enfermeiras entram em tua casa e fazem o teste do pezinho do teu filho (colheita de sangue no pé, para despiste de doenças genéticas), até te dá uma tontura.

Não estou habituada a estas coisas. A enfermeira já me disse que quando forem as vacinas dos dois meses, até vou desmaiar. É capaz. Admito que é capaz de me acontecer.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Obrigada!

Foto de Sónia Silva Sá.

Já estamos em casa. O Rafinha está a ambientar-se ao lar e a mãe está a tentar ambientar-se às dificuldades físicas do pós-parto e ao choque hormonal (o pai aguenta!).

A recepção da família patuda não podia ter corrido melhor. Um Pirata absolutamente calmo (ele já sabia, através do cheiro do dono...) e gatas curiosas mas pacíficas. 

Obrigada a todos pelo carinho. Prometo contar a experiência mal me sinta mais forte.

Foto de As Minhas Pequenas Coisas.


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Rafael


A vida resolveu rir-se dos nossos planos e brindou-nos com o Rafael três semanas antes da data.

30 de Maio, 17:52, nasceu o meu bebé. Rechonchudo e perfeitinho. Amanhã já devemos ir para casa.

Obrigada a todos pelo carinho que me têm transmitido.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

20 dias!


Pois é. Diz que faltam exactamente vinte dias. Vinte dias. OK, vamos lá repetir, para ver se me cai a ficha: v-i-n-t-e dias.

Tive a verdadeira gravidez santa. Zero enjoos. Zero de azia. Zero sustos.

Sim, sofri de retenção de líquidos e de má circulação nas pernas, pés e mãos... Mas disso já eu sofria antes. Sim, as dificuldades em adormecer também existiram... Mas disso também já sofria. Tirando as dores nos ossos pélvicos, não me posso queixar de praticamente nada. 

Diz que as últimas semanas são mesmo as piores, mas continuo a sentir-me bem. Temos tudo pronto. Sacos da maternidade prontíssimos, quarto arrumado, tudo organizado... Só falta terminar de montar o berço grande e "fazer a cama" do berço pequeno - que vai usar nos primeiros seis meses. É só mesmo esperar e rezar para que tudo corra pelo melhor na altura do parto.

Tenho um companheiro muito ansioso, mas eu continuo absurdamente tranquila e nada preocupada. 

Vai correr bem. Claro que vai. Eu sei que sim.


O novo habitante cá de casa... No início das 37 semanas.


Boa semana!

sábado, 27 de maio de 2017

My baby

Foto de As Minhas Pequenas Coisas.

Vai ser um estiloso. Num estilo informal, divertido e relaxado. 

É assim que quero ver o meu filhote, por dentro e por fora. 


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Humpf!

Sinto profunda inveja do meu companheiro.

Ele vai trabalhar às 15 horas... mas deitou-se no sofá e, há dois minutos, disse "ai que sorna... se eu adormecer, acorda-me".

Não é que já está a roncar? Só eu preciso de uma hora de voltas e voltinhas para adormecer. E mal.